quarta-feira, 16 de setembro de 2020

Vem aí um novo mundo, mais limpo e cuidadoso

Pandemia deixa ensinamentos que as pessoas devem continuar cumprindo, especialmente enquanto vacina não fica pronta

Por Maria Eduarda Paes Coivo – 9º B

Uma coisa é certa: o mundo que existia em 2019, antes da pandemia, já não existe mais. Depois de um período de isolamento, em que a realidade se limitou a ficar em casa, vivemos agora a readaptação, com o uso obrigatório de máscaras para o deslocamento e a ampliação dos cuidados com a higiene pessoal e o distanciamento.

Acredito que, depois desse impacto inicial, o mundo vai melhorar daqui para a frente. Com a pandemia, a ciência se desenvolveu, a empatia entre as pessoas aumentou e muitos adotaram hábitos de higiene, como lavar as mãos e desinfetar os alimentos depois de chegar do supermercado.

Essas rotinas podem ser mantidas. As máscaras serão parte do dia a dia, até porque servem não só para evitar a contaminação pelo novo coronavírus, mas para uma série de outros problemas. A rotina de limpeza também é fundamental para a manutenção da saúde.

Acredito ainda que as mudanças de rotina estabelecidas pela pandemia também podem causar melhorias no longo prazo. Aprenderemos a valorizar mais os momentos com as pessoas que amamos e a oportunidade de contato pessoal.

No campo da ciência também haverá desenvolvimentos. A busca por vacinas para a covid-19 é um bom exemplo, visto que a grande expectativa da população está acelerando os processos de pesquisa – ainda que tenham sido mantidos todos os protocolos de segurança e provavelmente os primeiros lotes só serão liberados em 2021.

Assim, enquanto a esperada vacina não vem, é preciso controlar a ansiedade, sair de casa apenas quando necessário e sempre tomar as medidas adequadas de higiene. Apesar de todos os sustos, podemos dizer que o mundo está mudando para melhor, seguindo os caminhos da evolução.

terça-feira, 15 de setembro de 2020

Globalização: seria ela a grande responsável pela propagação do coronavírus?

Expansão do comércio e do turismo entre países possibilitou que a pandemia alcançasse níveis inéditos mundo afora

Por Ana Júlia da Costa Tavares, Felipe Machado dos Santos, Gabriela Silva da Costa, Isabelle Cristine de Oliveira, Matheus Meck dos Santos e Naomi.Obara de Souza – Terceirão

O mundo se viu obrigado a parar suas atividades por conta de um vírus que surgiu na China em dezembro de 2019 e que se espalhou para o mundo em março deste ano. O gigante asiático hoje é líder mundial em comércio: exporta roupas, autopeças, telefones celulares, entre muitos outros produtos de grandes marcas, o que abriu as portas do mundo para o vírus entrar e causar a maior crise sanitária do século.

A união dos mercados de diferentes nações quebra os limites de fronteira por meio da globalização, grande responsável pela rapidez de informações e interação dos países, não só economicamente, como socialmente.

É inegável que a rede de turismo, facilitou a propagação do novo coronavírus pelo mundo, já que proporciona a interação de variados territórios e, sem dúvidas, foi o mercado mais afetado pela crise mundial consequente da pandemia.

Assim como a velocidade dos veículos de informação, o vírus se espalhou rapidamente, atingindo cerca de 30 milhões de pessoas em todo o mundo e causando quase 1 milhão de mortes, em números atualizados nesta terça-feira, resultado em grande parte da demora das autoridades em tomar atitudes.

Com uma interação bem menor, com vacinas ainda em desenvolvimento e lidando com um inimigo invisível, a OMS (Organização Mundial da Saúde) afirma que a pandemia está longe do fim. O que resta para a humanidade agora é a esperança.


terça-feira, 8 de setembro de 2020

A importância das Instituições Científicas e Tecnológicas

Conheça mais sobre lugares que fazem pesquisas de excelência no Brasil

Julia Machado Galvão – 9º B 

As Instituições Científicas e Tecnológicas (ICT) são órgãos de administração pública ou privada com propósitos definidos, sendo eles desenvolver e executar atividades de pesquisa (básica ou aplicada) de caráter científico ou tecnológico com tópicos diversos. 

A pesquisa científica é de extrema importância na formação profissional, no conhecimento científico e tecnológico, e consequentemente no desenvolvimento de uma sociedade em geral. 

Ciência e tecnologia são uma das fontes principais de criatividade e progresso da sociedade moderna, afetando assim o padrão e a qualidade de vida em todo o mundo. Por exemplo: nos países desenvolvidos onde há investimento em pesquisas científicas os IDHs são altos e a população tem uma ótima qualidade de vida. Isso torna as instituições de pesquisa muito importantes para o desenvolvimento de uma nação. 

Pesquisa e desenvolvimento são atividades que vêm ganhando mais espaço no Brasil. Principalmente nesse momento de pandemia as pesquisas científicas são primordiais para os estudos na eficácia de drogas, para avaliação de vacinas, para a busca de testes mais rápidos, para o teste da Covid-19, etc. 

Alguns exemplos de institutos científicos brasileiros: 

• Instituto Butantã: centro de estudos e pesquisa básica nas áreas de biologia e de biomedicina; localizado no bairro do Butantã, na zona oeste da cidade de São Paulo; foi fundado em 1901, e é uma instituição pública ligada à Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo, considerado um dos principais centros científicos do mundo. O instituto também produz uma grande variedade de soros imunoterápicos fornecidos ao Sistema Único de Saúde (SUS). É responsável por um grande volume da produção nacional de antígenos vacinais.

• Instituto Atlântico: promove a inovação com foco em Tecnologias da Informação e Comunicação. O desenvolvimento é realizado de forma rápida e tradicional. Para isso, o Instituto Atlântico oferece soluções de software, hardware, além de fornecer consultoria para implementação. Algo específico do instituto é a metodologia Tomorrow Lab, que é um framework de resolução rápida de problemas, ele aplica técnicas de desenvolvimento rápido para identificar problemas do cliente e propor uma solução de forma rápida. Fundado em 2001 pelo maior centro de Pesquisa e Desenvolvimento da América Latina. 


quarta-feira, 2 de setembro de 2020

A ciência muda o mundo

Ações de institutos de pesquisa ajudam a sociedade a enfrentar o desafio do novo coronavírus

Por Eduarda Carriel Barros – 9º A

Os institutos de pesquisa são responsáveis por buscar novas informações que solucionem problemas na sociedade. Com o novo coronavírus, que se espalhou pelo mundo e provocou uma grande pandemia, os profissionais do ramo da saúde e ciência buscam soluções para evitar o contagio contínuo, assim como a vacina para conter este vírus. 

A Universidade de Brasília (UnB) que foi inaugurada no ano de 1962. é uma das instituições que busca uma resposta a respeito do Covid-19, com cerca de 90 pesquisadores na área da pandemia atualmente. Uma grande preocupação dos pesquisadores e dos profissionais da saúde é a respeito do contágio em que é transmitido o vírus, uma vez que a Organização Mundial da Saúde recomenda o uso de máscaras como forma preventiva de propagação. As máscaras N95 possuem matérias que filtram a maioria de partículas que podem ser inaladas, impedindo assim a transmissão, entretanto a falta de equipamentos de proteção individuais (EPIs) é um problema grave. Assim, chega a ser 50% dos profissionais que afirmam a falta de proteção, de acordo com pesquisas da Associação Paulista de Medicina (APM). 

O projeto Égide, que significa "escudo"; "proteção", estuda a produção de uma proteção facial mais eficaz, como a de barrar e inativar o vírus; outro projeto que podemos citar é o de descontaminar as mesmas, garantindo assim a total segurança de ser reaproveitada por profissionais. A criação da máscara vem de uma substância encontrada em cascas de camarões, chamada Vesta, que, além de ser uma substância biodegradável e que pode barrar o vírus, é também um material de baixo custo. Já a descontaminação pode acontecer por uma iluminação específica, a luz ultravioleta, porém, podem degradar outros tipos de materiais como o plástico; a construção desse dispositivo pode nos proporcionar a descontaminação de 2.400 máscaras por dia, o mesmo pode ser encaminhado para hospitais como os de Tocantins, Goiás e Distrito Federal, acompanhado com um protocolo de manuseio, pois certos cuidados devem ser praticados. 

Um grupo da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (USP) e o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI) estão praticando uma tarefa que poderia ser comum no Brasil e não apenas em épocas de crise, pois os integrantes começaram a consertar ventiladores pulmonares mecânicos que se encontravam parados, sem uso em ambientes hospitalares. Eles verificam a segurança elétrica e a parte funcional do aparelho. 

Com a grande demanda de ventiladores parados, principalmente de hospitais públicos, as empresas especializadas não estavam conseguindo atender todas as solicitações, portanto, a universidade agirá tanto contra a pandemia quanto responderá positivamente a sociedade, podendo ajudar inúmeros profissionais da área de saúde com bons e adequados exemplos na restauração de ventiladores.  

segunda-feira, 17 de agosto de 2020

O impacto invisível da pandemia: que dia é hoje?

Novas rotinas exigem cuidado para não desajustar a percepção do tempo

Por Ana Julia Pedretti Raiz – 2º B

Dentre tantas mudanças e adaptações que estamos passando neste período de pandemia, vale ressaltar as diferentes percepções para a velocidade do tempo na vida de cada um. Muitos especialistas citam o fato de que este momento fase trouxe o conhecimento de como é necessário organizar o nosso tempo para conseguir concluir todas as tarefas e como é ruim não poder ter da sua vida uma “loucura” com várias obrigações.

Ao mesmo tempo, algumas das pessoas que se sentiam muito atarefadas sentiram a diferença nesta pandemia em que muita coisa parou, e a impressão é de que o tempo também parou. Os dias começaram a passar mais lentamente, a ponto de não sabermos distinguir em qual dia da semana estamos.

Estamos em tempos de inovações e principalmente, de reinvenção., para não acostumar com o fato de ficar em casa deixando a loucura e os pensamentos ruins tomarem conta de nossas mentes. Já existem diversos especialistas que alertam sobre o isolamento social nos trazer a sensação de perda de noção de tempo e o fenômeno tem até nome: distorção temporal.

Com isso, devemos nos organizar diariamente com tarefas diversas, nos exercitar, praticar a leitura, se arriscar na cozinha e experimentar diversas coisas. Com mudanças no cotidiano, manter-se ativo acabou sendo algo de grande esforço para muitas pessoas.

A disciplina, o foco, e a persistência em ter dias melhores e mais ativos trarão ainda mais a noção e a percepção do tempo mais ajustada, ajudando todo mundo a conseguir driblar esta crise que todos estamos enfrentando.


sexta-feira, 14 de agosto de 2020

Covid-19: os números em forma de infográfico

Dados de acordo com o boletim epidemiológico da cidade de Sorocaba

Os gráficos abaixo foram produzidos por estudantes do 2º A com orientação da prof. Rosa, de Matemática. Os alunos pesquisaram o boletim epidemiológico da cidade de Sorocaba, com dados de 7 a 11 de agosto de 2020, utilizando o Microsoft Excel para confecção de gráficos.

O boletim traz informações sobre casos confirmados de Covid-19, óbitos, internações e pacientes recuperados.







 

quinta-feira, 13 de agosto de 2020

Cuidado e precaução enquanto a vacina não vem

População não pode relaxar nas medidas de prevenção enquanto medicamento preventivo não for aprovado

Por Nicolas de Paula Batista Doles – 9º C

Desde que começou a pandemia de Covid-19, todos se perguntam quando tudo isso acabará, quando as coisas voltarão ao normal. É claro que o “normal” será levemente alterado, mas mesmo assim esperamos ansiosamente retornar as nossas rotinas e ao nosso dia a dia habitual, na escola, no trabalho e nas atividades sociais.

O “normal” aguardado só será possível com a tão sonhada vacina, que nos deixará imunes ao temido novo coronavírus. Há muitas opiniões sobre o progresso e avanço dessas vacinas: alguns especialistas acham que ela sairá ainda neste ano, já outros só esperam para o ano que vem.

De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), há mais 120 projetos sendo desenvolvidos no mundo todo. Oito deles já estão em fase final de testes em humanos e quatro podem sair ainda em 2020. Os projetos devem garantir que a vacina seja eficaz, segura e acessível, protegendo as pessoas sem causar efeitos colaterais.

A diretora da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm), Mayra Moura, acredita que esperar que a vacina esteja disponível nos postos de saúde ainda neste ano é de um otimismo exagerado. “Como o acompanhamento dos testes dura três meses, não acredito que saia ainda neste ano. O primeiro trimestre de 2021 já seria um cenário muito positivo e otimista”, afirmou. Ela explica que há fatores que podem colaborar para que o medicamento esteja disponível ainda em 2020, como a aceleração na inclusão dos participantes no estudo de fase 3, a de testes em larga escala, e a apresentação imediata de resultados positivos, o que ela considera difícil.

O professor titular do Instituto de Química da Unicamp e membro titular da Academia Brasileira de Ciências (ABC), Luiz Carlos Dias, também aponta para uma disponibilização da vacina da covid-19 apenas no ano que vem. “Se tudo der muito certo, teremos uma vacina para julho de 2021 e se tudo der muito, muito, muito certo, no primeiro trimestre de 2021. É preciso cautela e é importante lembrar que precisamos de produção em larga escala, pois estamos falando em vacinar oito bilhões de pessoas no mundo todo e 212 milhões no Brasil”, disse.

Enfim, é preciso ter paciência. E, enquanto as vacinas não estiverem à disposição, manter as ações de prevenção e distanciamento social para evitar que a doença continue a se espalhar na velocidade atual.