Ações de institutos de pesquisa ajudam a sociedade a enfrentar o desafio do novo coronavírus
Por Eduarda Carriel Barros – 9º A
A Universidade de Brasília (UnB) que foi inaugurada no ano de 1962. é uma das instituições que busca uma resposta a respeito do Covid-19, com cerca de 90 pesquisadores na área da pandemia atualmente. Uma grande preocupação dos pesquisadores e dos profissionais da saúde é a respeito do contágio em que é transmitido o vírus, uma vez que a Organização Mundial da Saúde recomenda o uso de máscaras como forma preventiva de propagação. As máscaras N95 possuem matérias que filtram a maioria de partículas que podem ser inaladas, impedindo assim a transmissão, entretanto a falta de equipamentos de proteção individuais (EPIs) é um problema grave. Assim, chega a ser 50% dos profissionais que afirmam a falta de proteção, de acordo com pesquisas da Associação Paulista de Medicina (APM).
O projeto Égide, que significa "escudo"; "proteção", estuda a produção de uma proteção facial mais eficaz, como a de barrar e inativar o vírus; outro projeto que podemos citar é o de descontaminar as mesmas, garantindo assim a total segurança de ser reaproveitada por profissionais. A criação da máscara vem de uma substância encontrada em cascas de camarões, chamada Vesta, que, além de ser uma substância biodegradável e que pode barrar o vírus, é também um material de baixo custo. Já a descontaminação pode acontecer por uma iluminação específica, a luz ultravioleta, porém, podem degradar outros tipos de materiais como o plástico; a construção desse dispositivo pode nos proporcionar a descontaminação de 2.400 máscaras por dia, o mesmo pode ser encaminhado para hospitais como os de Tocantins, Goiás e Distrito Federal, acompanhado com um protocolo de manuseio, pois certos cuidados devem ser praticados.
Um grupo da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (USP) e o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI) estão praticando uma tarefa que poderia ser comum no Brasil e não apenas em épocas de crise, pois os integrantes começaram a consertar ventiladores pulmonares mecânicos que se encontravam parados, sem uso em ambientes hospitalares. Eles verificam a segurança elétrica e a parte funcional do aparelho.
Com a grande demanda de ventiladores parados, principalmente de hospitais públicos, as empresas especializadas não estavam conseguindo atender todas as solicitações, portanto, a universidade agirá tanto contra a pandemia quanto responderá positivamente a sociedade, podendo ajudar inúmeros profissionais da área de saúde com bons e adequados exemplos na restauração de ventiladores.